Reflexão do filme: The Social Network de David Fincher


Filme: The Social Network de David Fincher


As redes sociais existem desde o início da história da humanidade. Porém o conceito surge nas conversas do dia-a-dia e também nas investigações, com mais intensidade nos tempos de hoje, com a evolução da internet e da web. O filme “A rede social” caracteriza mesmo isso a evolução que a rede social tem com o surgimento do Facebook.
Facebook foi criado em 2004, por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, então alunos da Universidade de Harvard. Desde o início esta rede social tem o objetivo de configurar um espaço no qual as pessoas se possam encontrar umas às outras, por exemplo, dividindo opiniões e fotografias.
Das características desta rede social, achei curioso sabermos que começou por ser um espaço em que queriam ter uma espécie de armazenamento com mais dados sobre as pessoas do campus. Associado a esta característica aconteceram logo ‘coisas’ menos felizes. Por exemplo, o que passou com a partilha de dados pessoais, ou com a partilha dos resultados da comparação da popularidade entre as duas raparigas, foi uma violação da privacidade da(s) pessoa(s) e são aspetos que têm influência na identidade da pessoa, pois tudo o que era publicado permanecia na rede. Utilizavam como um diário, pois era pessoal, mas não era fechado ao público.
Com a expansão da fama do facebook, outros circuitos universitários foram englobados e vários portadores de emails providos por universidades, pois surgia um efeito de propagação. No começo a rede virtual era limitada ao corpo estudantil da Universidade de Harvard, contudo, a rede foi estendida ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts, à Universidade de Boston, ao Boston College e também a alunos de Stanford, Columbia e Yale.
Com o tempo Mark Zuckerberg, começou a identificar as características do Facebook, nomeando os vários focos de interesse, pois eram aspetos que considerava interessante os outros saberem para conhecer uma determinada pessoa. Chamaram-lhe de mural o lugar onde as pessoas escreviam de forma a compor a sua página de página de Facebook.
Um dos grandes marcos subjacentes é a literacia, sendo que observamos a literacia mediática e a literacia social. Este marco é essencial porque deve educar para o uso do Facebook, de forma a participar de um modo informado na sociedade.

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